21 dezembro 2015

Valorize o mundo real

Antes do boom da internet, da explosão tecnológica pela qual o mundo passou, as pessoas encontravam a felicidade em coisas muito mais simples, as crianças estavam satisfeitas apenas com uma bola, os adultos conversavam muito mais, saiam para dançar, se divertir. Mas agora parece que estamos incompletos quando não estamos com nosso celular, nos sentimos perdidos e entediados sem internet, é agoniante não ter o que fazer! Mas será que não temos mais nada pra fazer? O mundo é gigante, podemos observar o céu, regar uma planta, passear no parque, caminhar na praia, jogar bola, encontrar os amigos, ajudar as pessoas, cuidar do meio ambiente, são muitas as opções. 

A questão é: o mundo virtual não pode sobrepor o real! A intenção da internet é interligar as pessoas, estreitar as relações, mas parece que ela está fazendo o papel contrário, nos sentimos mais próximos dos conhecidos, mas estamos cada vez mais distantes, estamos dispensando um bate-papo real, postamos fotos dos momentos felizes e os outros só passam o olho e deixam um like, estamos criando perfis que não condizem com nossos próprios perfis!

Não se esqueça que a vida é mais que uma tela de computador, use as redes sociais com moderação, tente encontrar prazer nas pequenas coisas da vida, não feche os olhos para o que acontece ao seu redor, prefira agir do que curtir.  


Somente olhar essa imagem,deixar um like e um comentário de compaixão não vai mudar nada!
Pequenas ações já fazem a diferença, ajude pessoas necessitadas com alimentos, roupas, dinheiro, etc.
Existem sites onde você pode doar um valor em dinheiro para crianças da África ou para os refugiados sírios. 
Claro que a internet tem um papel importantíssimo na divulgação de correntes de solidariedade, mas agir também é necessário!



Essa é a brutal realidade do nosso mundo moderno.


Vamos refletir sobre isso, nossas crianças estão nascendo "carimbadas" com os logos das marcas mais consumidas, ou seja, peõezinhos dessas marcas, certamento futuros consumidores de grande peso, com seis anos elas não querem mais uma bicicleta e sim um tablet. 



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